É... terceiro mês de 2009 e algumas coisas continuam iguais, como:
- eu continuo preguiçosa
- o INTER continua pai do gremo
- o calor portoalegrense continua umidamente insuportável
- eu continuo me sentindo podre (a pesar de ter ficado um mês vagabundeando)
- gringo e eu voltamos a "ser um só" (pela enésima vez, mas who cares?)
outras coisas já mudaram, como:
- eu finalmente fui batizada no meio jurídico (medo)
- tou correndo mais (ó)
- estou mais paciente (ommmm)
- não quero o retorno as aulas (em outros tempos eu estaria sedenta por estrear meu caderno novo)
como diria claudinha (minha mãe): "let's see how things progress".
domingo, 1 de março de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
o balanço de 2008
Poisé turminha... mais um ano se foi! Um ano de encontros e desencontros, sucessos e fracassos mas acima de tudo, um ano de conquistas.
Foi longe de ser o melhor ano da minha vida. Cansou, enjoou... encheu o saco.
E honestamente, era pra ter sido pior. No começo do ano, não me esforcei pra fazer dele um bom caminho até 31 de dezembro. A normal falta de esforço por pura preguiça e por achar que, há, tudo sempre estará as mil maravilhas.
2008 foi o ano que eu comecei a me dedicar de verdade pra faculdade. É, aquela que eu não gosto, mas que não me incomoda. Eu sei que pra alguma coisa ela servirá um dia, até pra "tirar da cadeia" alguém que realmente precisa. Mas, voltando a dedicação, esse foi o ano que eu me concentrei nesse caminho. É aquela velha história, não se faz tudo que se gosta, mas já que tá fazendo, faz direito. E, no meu caso, tenta ser uma das melhores.
Também foi o ano do encontro com velhos conhecidos, velhos amigos que só enriquecem o teu ser. Pessoas que tem profundo apreço por ti e que no pior dia da tua vida estarão lá, prontos pra te ajudar.
A oportunidade de conhecer pessoas novas, novas oportunidades dentro do meio academico. Novas companhias, novas parcerias que dão ar de um futuro promissor.
Novos amigos, desses que a gente sente saudade e vontade de ficar falando bobagem até tardes horas da madrugada, ou cedo da manhã. Amigos do tipo "admiração". Mais do que pessoas que tem coisas em comum, pessoas que te mostram do que são capazes e que te inspiram pra alcançar voos mais longínquos.
O ano das corridas. Da volta da tala no pé direito; tornozelo eternamente inchado. Quando a academia começou a ser levada a sério e a esteira, assim como o gelo, passou a fazer parte da minha vida. Daí vieram as companhias desestimuladas (como eu era e ainda sou no fundo). O exercício do comprometimento, de 6 da manhã tá no parque correndo ou pelo menos tentando.
Os 8 km, que nunca conseguiam ser ultrapassados...
Aí, veio uma daquelas pessoas que eu disse antes, que são velhos amigos, velhos conhecidos com um espírito que falta pra preencher a tua vida. Alguém que te mostra o desafio e o caminho... e te dá todo o apoio -físico, emocional, moral, qualquer al que vocês quiserem - e te mostra que é fácil, absolutamente fácil superar essas barreiras. E os 8 km viraram passado. Os 10 também, fechando assim o meu ano de sucessos, fracassos, encontros e desencontros, mas acima de tudo, um ano de conquistas sólidas, dessas que duram a vida toda.
2009? Bom... 2009 é o ano do centenário do Inter, 40 anos do Beira-Rio, meu terceiro ano na faculdade...
... e o melhor ano da minha vida.
Foi longe de ser o melhor ano da minha vida. Cansou, enjoou... encheu o saco.
E honestamente, era pra ter sido pior. No começo do ano, não me esforcei pra fazer dele um bom caminho até 31 de dezembro. A normal falta de esforço por pura preguiça e por achar que, há, tudo sempre estará as mil maravilhas.
2008 foi o ano que eu comecei a me dedicar de verdade pra faculdade. É, aquela que eu não gosto, mas que não me incomoda. Eu sei que pra alguma coisa ela servirá um dia, até pra "tirar da cadeia" alguém que realmente precisa. Mas, voltando a dedicação, esse foi o ano que eu me concentrei nesse caminho. É aquela velha história, não se faz tudo que se gosta, mas já que tá fazendo, faz direito. E, no meu caso, tenta ser uma das melhores.
Também foi o ano do encontro com velhos conhecidos, velhos amigos que só enriquecem o teu ser. Pessoas que tem profundo apreço por ti e que no pior dia da tua vida estarão lá, prontos pra te ajudar.
A oportunidade de conhecer pessoas novas, novas oportunidades dentro do meio academico. Novas companhias, novas parcerias que dão ar de um futuro promissor.
Novos amigos, desses que a gente sente saudade e vontade de ficar falando bobagem até tardes horas da madrugada, ou cedo da manhã. Amigos do tipo "admiração". Mais do que pessoas que tem coisas em comum, pessoas que te mostram do que são capazes e que te inspiram pra alcançar voos mais longínquos.
O ano das corridas. Da volta da tala no pé direito; tornozelo eternamente inchado. Quando a academia começou a ser levada a sério e a esteira, assim como o gelo, passou a fazer parte da minha vida. Daí vieram as companhias desestimuladas (como eu era e ainda sou no fundo). O exercício do comprometimento, de 6 da manhã tá no parque correndo ou pelo menos tentando.
Os 8 km, que nunca conseguiam ser ultrapassados...
Aí, veio uma daquelas pessoas que eu disse antes, que são velhos amigos, velhos conhecidos com um espírito que falta pra preencher a tua vida. Alguém que te mostra o desafio e o caminho... e te dá todo o apoio -físico, emocional, moral, qualquer al que vocês quiserem - e te mostra que é fácil, absolutamente fácil superar essas barreiras. E os 8 km viraram passado. Os 10 também, fechando assim o meu ano de sucessos, fracassos, encontros e desencontros, mas acima de tudo, um ano de conquistas sólidas, dessas que duram a vida toda.
2009? Bom... 2009 é o ano do centenário do Inter, 40 anos do Beira-Rio, meu terceiro ano na faculdade...
... e o melhor ano da minha vida.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
O poder da camisa azul
1º de dezembro de 2006, +- meio dia. Fazia muito calor e eu tinha recém chegado do Universitário, esperando o almoço e a hora de trabalhar. Bate um carro do Sedex na minha casa com uma encomenda pra mim. Abro e vinha uma caixa de algum desses sites de compra, juro que não me lembro qual era.
Dentro da caixa tinha um plástico da Kappa. Logo realized o que era e quem tinha enviado: Uma camisa do Avaí mandada pelo meu pai.
Junto da camisa tinha um bilhetinho dele, era mais ou menos assim: "Filha! Não tinha a listrada, só azul ou branca. Feliz aniversário!!! Beijos, Pai"
Não preciso dizer que foi um dos melhores presentes que ganhei. Não só por ser uma camisa de futebol. Não só por ser um presente do meu pai que chegou adiantado (!). ERA UMA CAMISA DO AVAÍ! A camisa que eu desfilaria por Porto Alegre sempre que pudesse.
Passou aniversário, formatura, cursinho, vestibular(es) e a camisa ficou lá, num cabide, penduradinha no meu armário.
Viajei, voltei, fiz mais vestibulares, té que finalmente chegou as férias (em fevereiro hehehehe). Fui pra Santa Catarina. Colocava aquela camisa como se fosse um manto. Não um "manto sagrado", mas um manto. Uma vestimenta especial, que mostrava quanto eu, um ser não-florianopolitano adorava e torcia por aquele time. Fui a Florianópolis e lá era constantemente saudada pela minha camisa (e sim, como é de meu costume, fui a praia com ela heheheheheh).
Final de fevereiro, começam as aulas. Não demorou 3 semanas e lá estava eu, feliz da vida numa segunda-feira vestindo meu manto azul. A aula era de Direito Romano (que diga-se de passagem, é uma cadeira que eu dou GRAÇAS A DEUS que já fiz, porque era UM SACO!) e o professor, engraçadinho e metido a sabichão disse: "bãã, Avaí..." Olhei fixo pra ele e disse: "Sim, professor. Avaí, time que em breve estará na Série A!". Ele riu e montou o projetor, assim começando mais uma aula pentelha.
Comecei a andar na rua com a camisa azul. Algumas pessoas (homens, lógico) olhavam assustados com cara de "por que diabos uma guria tá usando uma camisa de um time de segunda divisão AQUI, em PORTO ALEGRE?" outros olhavam e soltavam um sorriso. Nunca me importei. Desde que olhassem pra aquela camisa, tava tudo certo.
Passou o tempo e muitas pessoas vieram falar comigo sobre ela. Perguntavam por que eu torcia pro Avaí, diziam que a camisa era bonita, confortável e aproveitavam a situação pra falar da sua simpatia pelo clube.
Pois bem. Hoje estamos em 2008. Continuo usando minha camisa, hoje, numa posição muito mais confortável. Sábado finalmente poderemos (nós, hawaiianos) gritar: CAMPEÃO CA*****! Mais do que nunca eu terei meu orgulho absurdo em usar essa camisa em todos os lugares, estufar o peito e dizer: sim, eu torço pro Avaí.
Dentro da caixa tinha um plástico da Kappa. Logo realized o que era e quem tinha enviado: Uma camisa do Avaí mandada pelo meu pai.
Junto da camisa tinha um bilhetinho dele, era mais ou menos assim: "Filha! Não tinha a listrada, só azul ou branca. Feliz aniversário!!! Beijos, Pai"
Não preciso dizer que foi um dos melhores presentes que ganhei. Não só por ser uma camisa de futebol. Não só por ser um presente do meu pai que chegou adiantado (!). ERA UMA CAMISA DO AVAÍ! A camisa que eu desfilaria por Porto Alegre sempre que pudesse.
Passou aniversário, formatura, cursinho, vestibular(es) e a camisa ficou lá, num cabide, penduradinha no meu armário.
Viajei, voltei, fiz mais vestibulares, té que finalmente chegou as férias (em fevereiro hehehehe). Fui pra Santa Catarina. Colocava aquela camisa como se fosse um manto. Não um "manto sagrado", mas um manto. Uma vestimenta especial, que mostrava quanto eu, um ser não-florianopolitano adorava e torcia por aquele time. Fui a Florianópolis e lá era constantemente saudada pela minha camisa (e sim, como é de meu costume, fui a praia com ela heheheheheh).
Final de fevereiro, começam as aulas. Não demorou 3 semanas e lá estava eu, feliz da vida numa segunda-feira vestindo meu manto azul. A aula era de Direito Romano (que diga-se de passagem, é uma cadeira que eu dou GRAÇAS A DEUS que já fiz, porque era UM SACO!) e o professor, engraçadinho e metido a sabichão disse: "bãã, Avaí..." Olhei fixo pra ele e disse: "Sim, professor. Avaí, time que em breve estará na Série A!". Ele riu e montou o projetor, assim começando mais uma aula pentelha.
Comecei a andar na rua com a camisa azul. Algumas pessoas (homens, lógico) olhavam assustados com cara de "por que diabos uma guria tá usando uma camisa de um time de segunda divisão AQUI, em PORTO ALEGRE?" outros olhavam e soltavam um sorriso. Nunca me importei. Desde que olhassem pra aquela camisa, tava tudo certo.
Passou o tempo e muitas pessoas vieram falar comigo sobre ela. Perguntavam por que eu torcia pro Avaí, diziam que a camisa era bonita, confortável e aproveitavam a situação pra falar da sua simpatia pelo clube.
Pois bem. Hoje estamos em 2008. Continuo usando minha camisa, hoje, numa posição muito mais confortável. Sábado finalmente poderemos (nós, hawaiianos) gritar: CAMPEÃO CA*****! Mais do que nunca eu terei meu orgulho absurdo em usar essa camisa em todos os lugares, estufar o peito e dizer: sim, eu torço pro Avaí.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Tá bom, tá bom, eu paro!
Ok. Todos sabemos que o Direito vem me trazendo problemas, ok? Ok.
O Direito tem me deixado transtornada e deveras mala, né? É.
Vocês não aguentam mais que eu fale em CC, CP, CF, "dá processo", "vai preso"... nééééé? ÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!!!
Bom... tendo total noçã disso, venho aqui, num local onde todos meus bons amigos (e meus bons inimigos também, lógico!) se encontram pra fazer uma PROMESSA, UM JURAMENTO:
EU, ELIZABETH, PROMETO A PARTIR DE HOJE (18/09/08 - 21:04) NÃO FALAR NADA JURÍDICO SE NÃO ME FOR DEVIDAMENTE PERGUNTADO, ASSIM COMO EXPRESSÕES LATINAS.
Assim eu, que sou uma pessoa MARAVILHOSA, ÚNICA, ÍNCRÍVEL E QUE VAI PRO CÉU NUM VOO NON STOP deixo mais uma demonstração de amor e carinho pelos meus amigos, já que estou atendendo a alguns pedidos. Sem problemas. Ninguém é assim porque quer (MENTIRA, a maioria dos almost lawyers e dos really lawyers são assim de propósito). É tudo sem querer (querendo) e eu prometo que amanhã já serei a VEEEEEEEEEEEELHA ELIZABETH DE GUERRA, pré-Direito.
Siiiiiiiiiiiim! Aquela!!!
AGORA EU JÁ POSSO SER CONVIDADA NOVAMENTE PRAS FESTAS, OK?
OKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
Grata pela atenção e pela compreensão,
Elizabeth Joenck Cayres Pinto
OAB **.***
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
O Direito tem me deixado transtornada e deveras mala, né? É.
Vocês não aguentam mais que eu fale em CC, CP, CF, "dá processo", "vai preso"... nééééé? ÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!!!
Bom... tendo total noçã disso, venho aqui, num local onde todos meus bons amigos (e meus bons inimigos também, lógico!) se encontram pra fazer uma PROMESSA, UM JURAMENTO:
EU, ELIZABETH, PROMETO A PARTIR DE HOJE (18/09/08 - 21:04) NÃO FALAR NADA JURÍDICO SE NÃO ME FOR DEVIDAMENTE PERGUNTADO, ASSIM COMO EXPRESSÕES LATINAS.
Assim eu, que sou uma pessoa MARAVILHOSA, ÚNICA, ÍNCRÍVEL E QUE VAI PRO CÉU NUM VOO NON STOP deixo mais uma demonstração de amor e carinho pelos meus amigos, já que estou atendendo a alguns pedidos. Sem problemas. Ninguém é assim porque quer (MENTIRA, a maioria dos almost lawyers e dos really lawyers são assim de propósito). É tudo sem querer (querendo) e eu prometo que amanhã já serei a VEEEEEEEEEEEELHA ELIZABETH DE GUERRA, pré-Direito.
Siiiiiiiiiiiim! Aquela!!!
AGORA EU JÁ POSSO SER CONVIDADA NOVAMENTE PRAS FESTAS, OK?
OKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
Grata pela atenção e pela compreensão,
Elizabeth Joenck Cayres Pinto
OAB **.***
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
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soberba
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Começou a Bovina Week
É, começou. Um monte de gente aglomerada no Harmonia fazendo... ã... "cultivando nossas tradições" (ou seja, comendo churrasco e bebendo chimarrão). Legal!!! Também quero cultivar a cultura do boi desse jeito...
Juro que não entendo o que leva uma criatura a ficar dias (quase um mês... porque eles vão pra lá BEM antes da Semana Farroupilha) lá, só comendo, tomando mate e falando bovinices. Essas pessoas não sentem vontade de fazer algo REALMENTE útil?
Tá... Alguns podem dizer que eles fazem coisas úteis pra preservação das "tradições" gaúchas durante o ano... Mas por favor, sejam mais efetivos e menos marketeiros! Criou-se um mito de "Semana Farroupilha", de "Sirvam nossas façanhas dE modelo a toda terra" mas cada vez mais as crianças e jovens se lixam pra o que realmente interessa na "cultura" do Rio Grande do Sul.
Não vou ser hipócrita em dizer que não gosto de ser daqui, que meu coração não partia em mil pedaços cada vez que via qualquer coisa daqui quando morava em Santa Catarina. Só quem nasceu aqui, no meu caso em Porto Alegre, sabe que definitivamente nós temos alguma coisa de diferente. Não de melhor, nem de pior, apenas de diferente. Quando a gente sai daqui, o olhar atravessado conosco é maior e isso é um FATO, infelizmente. O problema é que essa "cultura do boi" colocou o gaúcho como um comedor de churrasco, bebedor de chimarrão e um ser que fala de um jeito estranho. Quase um argentino. Por favor!! Não somos argentinos, nem uruguaios. Ainda somos brasileiros, gostando ou não, brasileiros somos. Não temos praias bonitas nem jeito tropicalizado-descolado-maneiro? Paciência... somos fechados, de cara amarrada, mas temos muitas outras coisas a nosso favor - seja o povo que DEFINITIVAMENTE é receptivo ou as próprias belezas naturais.
O que não dá é ficar incitando e cultivando essa imagem tosca que as pessoas de fora têm do povo daqui.
Pra encerrar (antes que eu apanhe), só gostaria de dizer que eu nunca senti tanta vontade de ir embora. De verdade. O Rio Grande do Sul está cada fez menor, mais mal tratado e quase abandonado... Por quem? POR NÓS MESMOS!
Como já foi dito supra, eu amo esse lugar, tenho um orgulho absurdo de ser daqui e até, se tivesse que escolher, escolheria nascer no Rio Grande do Sul. Por tudo que representa ser gaúcho DE VERDADE. Apenas não cultuo o Bento Gonçalves, não tomo chimarrão nem ouço tchê music. Tenho noção que a Revolução Farroupilha, nada mais foi que uma guerra de interesses DELES. Jamais pensaram ERGA OMNES. Lá, já tinhamos uma mostra de como nós, gaúchos, só pensamos em nós mesmos.
Gostaria de saber... se tudo isso.. faz de mim menos gaúcha?
E que sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra. Só as verdadeiras façanhas, por favor.
Juro que não entendo o que leva uma criatura a ficar dias (quase um mês... porque eles vão pra lá BEM antes da Semana Farroupilha) lá, só comendo, tomando mate e falando bovinices. Essas pessoas não sentem vontade de fazer algo REALMENTE útil?
Tá... Alguns podem dizer que eles fazem coisas úteis pra preservação das "tradições" gaúchas durante o ano... Mas por favor, sejam mais efetivos e menos marketeiros! Criou-se um mito de "Semana Farroupilha", de "Sirvam nossas façanhas dE modelo a toda terra" mas cada vez mais as crianças e jovens se lixam pra o que realmente interessa na "cultura" do Rio Grande do Sul.
Não vou ser hipócrita em dizer que não gosto de ser daqui, que meu coração não partia em mil pedaços cada vez que via qualquer coisa daqui quando morava em Santa Catarina. Só quem nasceu aqui, no meu caso em Porto Alegre, sabe que definitivamente nós temos alguma coisa de diferente. Não de melhor, nem de pior, apenas de diferente. Quando a gente sai daqui, o olhar atravessado conosco é maior e isso é um FATO, infelizmente. O problema é que essa "cultura do boi" colocou o gaúcho como um comedor de churrasco, bebedor de chimarrão e um ser que fala de um jeito estranho. Quase um argentino. Por favor!! Não somos argentinos, nem uruguaios. Ainda somos brasileiros, gostando ou não, brasileiros somos. Não temos praias bonitas nem jeito tropicalizado-descolado-maneiro? Paciência... somos fechados, de cara amarrada, mas temos muitas outras coisas a nosso favor - seja o povo que DEFINITIVAMENTE é receptivo ou as próprias belezas naturais.
O que não dá é ficar incitando e cultivando essa imagem tosca que as pessoas de fora têm do povo daqui.
Pra encerrar (antes que eu apanhe), só gostaria de dizer que eu nunca senti tanta vontade de ir embora. De verdade. O Rio Grande do Sul está cada fez menor, mais mal tratado e quase abandonado... Por quem? POR NÓS MESMOS!
Como já foi dito supra, eu amo esse lugar, tenho um orgulho absurdo de ser daqui e até, se tivesse que escolher, escolheria nascer no Rio Grande do Sul. Por tudo que representa ser gaúcho DE VERDADE. Apenas não cultuo o Bento Gonçalves, não tomo chimarrão nem ouço tchê music. Tenho noção que a Revolução Farroupilha, nada mais foi que uma guerra de interesses DELES. Jamais pensaram ERGA OMNES. Lá, já tinhamos uma mostra de como nós, gaúchos, só pensamos em nós mesmos.
Gostaria de saber... se tudo isso.. faz de mim menos gaúcha?
E que sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra. Só as verdadeiras façanhas, por favor.
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
NÃO CONSEGUIRÃO!
VOCÊS QUEREM ME DERRUBAR! NÃO CONSEGUIRÃO!
Como podem ver, minhas notas vem diminuindo com o passar dos semestres [culpa de vocês, claro]. Mas mesmo assim, não largarei do mundo dos terninhos e dos "EXCELÊNCIAAAA".
VOCÊIXXX VÃO TERRR QUE ME ENGULIIIIR! [zagallo mode: oooooooon] E engolirão CF, CC, CP, CPP, CPC, CDC, CTB, CTN, CLT e toda a legislação existente (incluindo os sucessos ECA e Estatuto do Idoso!!)
Pensem no lado bom... amiga advogada = seus problemas jurídicos acabaram!!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Enquetchê II
Mais uma enquetchê finita e o SURPREENDENTE resultado (mentira):
FLÁVIO OBINO foi escolhido por 14 INTERNAUTAS BOVINOS como MELHOR ADMINISTRADOR (foi quase unânime. 93%)
Amanhã prometo postar mais uma enquetchê tão boa quanto as anteriores.
beijo na alma
FLÁVIO OBINO foi escolhido por 14 INTERNAUTAS BOVINOS como MELHOR ADMINISTRADOR (foi quase unânime. 93%)
Amanhã prometo postar mais uma enquetchê tão boa quanto as anteriores.
beijo na alma
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